sexta-feira, 1 de junho de 2012

As contribuições de Paul Broca para Neurociências.





O estudo das Neurociências começou no século XIX, abordando variadas questões pertinentes ao sistema nervoso no ser humano e nos animais.
O sistema nervoso é responsável pelo controle das funções orgânicas, assim como a integração do animal com o meio ambiente, ou seja, coordena todas as funções de todos os sistemas do organismo.
O presente trabalho objetiva focar a função orgânica da linguagem, apresentando as contribuições em especial do médico francês Paul Broca, posto que o campo de estudo em que Broca se destacou na história da medicina e das neurociências foi a descoberta do centro da fala, conhecido na atualidade como área de Broca.
Referente às neurociências, colaborou, inclusive ao descobrir pela primeira vez a localização da função da linguagem em uma região específica e, em um hemisfério do cérebro.
Foi também um dos muitos cientistas que acreditava que era possível medir a qualidade intelectual do homem, pelo tamanho de seu cérebro. E, em 1880, a teoria das localizações cerebrais foi associada à anti-sepsia e à anestesia, marcando o nascimento da moderna neurocirurgia.
Pierre Paul Broca nasceu na cidade de Sainte-Foy-la-Grande em 28 de junho de 1824, e morreu em Paris em 09 de julho de 1880. Era uma criança muito inteligente, se formou no colégio simultaneamente em literatura, matemática e física. Entrou para a escola de medicina aos 17 anos, formando-se aos 20 anos, enquanto a maioria dos seus contemporâneos ainda estava iniciando como estudantes. Além de médico, foi um cientista, anatomista e antropólogo.
Broca estudou medicina na Universidade de Paris, especializando-se em muitas áreas, aos 24 anos de idade havia recebido muitas medalhas, prêmios e posições importantes, seus primeiros trabalhos científicos se ocuparam da histologia, da cartilagem e dos ossos, mas ele também estudou a patologia do câncer, o tratamento dos aneurismas e a mortalidade infantil. Foi um excelente neuroanatomista, fez importantes contribuições à compreensão sobre o sistema límbico ou rinencéfalo.
Tornou-se professor da cadeira de patologia cirúrgica da Faculdade de Medicina de Paris e médico para os hospitais de Saint Antoine e Piete. Foi um pioneiro em antropologia física. Ele fundou a Sociedade Antropológica de Paris em 1859, a Revue d'Anthropologie em 1872 e a Escola de Antropologia de Paris, em 1876. Ele contribuiu para o progresso da antropometria craniana ao desenvolver novos tipos de instrumentos de medida (craniômetros) e índices numéricos. Outro campo para o qual Broca colaborou significativamente foi a anatomia comparada dos primatas. Ele estudou a relação entre características anatômicas do cérebro e do crânio e as capacidades mentais, como a inteligência.
Porém, o campo de estudo em que Broca ficou famoso e se destacou como uma figura proeminente na história da medicina e das neurociências foi a descoberta do centro da fala, atualmente conhecido como área de Broca.
Como personalidade, Broca foi um indivíduo notável. Seus contemporâneos o descreveram assim: "generoso, benevolente e bondoso, com inquebrantável coragem e honestidade, venerado por todos, jamais fez um inimigo, e jamais perdeu um amigo. Era um nobre, e um seguidor de Cristo", entretanto, ele fundou uma sociedade de livres-pensadores em 1848 e tinha simpatia pela teoria da seleção natural de Darwin, e por isso foi acusado pelas autoridades como sendo um subversivo, um materialista e um corruptor dos jovens. Ele era um trabalhador infatigável e escreveu centenas de livros e artigos (sendo 53 deles dedicados aos estudos sobre o cérebro). Ele também se dedicava à assistência médica aos pobres e foi uma figura importante na Assistance Publique.
No final de sua vida, Paul Broca foi eleito como membro vitalício do Senado da França. Ele foi também um membro da Academia Francesa de Ciências, e recebeu graus honoríficos de muitas instituições do saber, na França e no exterior.
Paul Pierre Broca faleceu em Paris, em 1880, provavelmente de um aneurisma cerebral.
Paul Broca contribuiu significativamente para a área das neurociências ao evidenciar pela primeira vez a localização da função da linguagem em uma região determinada e, em um hemisfério do cérebro.
A primeira evidência para a localização da função da linguagem em uma região específica (e em um hemisfério) do cérebro é normalmente atribuída ao neurologista francês Paul Broca e ao neurologista alemão Carl Wernicke, os quais fizeram várias observações seminais no final do século XIX. Tanto Broca como Wernicke examinaram os encéfalos de indivíduos que haviam se tornado afásicos e morrido posteriormente. Com base na correlação entre as observações clínicas e a localização das lesões no encéfalo, observadas na autópsia, Broca sugeriu que a capacidade da linguagem estivesse localizada na região ventral posterior do lobo frontal. Mais importante, ele observou que a perda da capacidade de produzir linguagem com sentidoem oposição à capacidade de mover a boca e de produzir palavrasestava normalmente associada a lesões no hemisfério esquerdo. On parle avec l'hemisphere gauche (falamos com o hemisfério esquerdo), concluiu Broca. (PURVES... [et al.], p. 691)

Os estudos de Broca e Wernicke, culminaram em duas regras referentes a localização da linguagem. A primeira refere-se à lesões que ocorridas no lobo frontal esquerdo, na região denominada área de Broca, afetam a capacidade de produzir linguagem com eficiência. Deficiência conhecida como afasia motora ou expressiva, e também conhecida como afasia de Broca.
A segunda regra apresenta que uma lesão no lobo temporal esquerdo resulta em dificuldade da compreensão da língua falada. Esta deficiência é conhecida como afasia sensorial ou receptiva, conhecida como afasia de Wernicke. A afasia receptiva normalmente reflete lesão dos córtices de associação auditivos no lobo temporal posterior, região conhecida como área de Wernicke.

A despeito da validade das observações originais de Broca e Wernicke, na prática a classificação dos distúrbios de linguagem é consideravelmente mais complexa. Um esforço para refinar a categorização das afasias elaboradas no século XIX foi feito pelo neurologista norte-americano Norman Geschwind durante a década de 1950 e início da década de 1960. com base em dados clínicos e anatômicos de um grande número de pacientes e em uma melhor compreensão da conectividade cortical, obtida por aquela época a partir de estudos em animais, Geschwind, concluiu, corretamente, que diversas outras regiões dos córtices parietal, temporal, e frontal estão envolvidas de modo decisivo nas capacidades linguísticas humanas. (PURVES... [et al.], p. 695)


Então, a descoberta de ambos estudiosos, é de fundamental importância à compreensão dos distúrbios da linguagem bem como para os estudos que surgiram posteriormente.
Broca é considerado o pai das localizações cerebrais, pois foi ele quem localizou ou descobriu uma das funções cerebrais que fosse testada experimentalmente, que é a da língua.
A principal ideia de Broca é fazer da linguagem articulada uma linguagem inteligível, onde um paciente afásico mesmo deixando a impressão de ter perdido toda a possibilidade de entendimento, mas que não perdeu o vocabulário para uma boa comunicação, somente faltando-lhe o controle motor.
Assegurado pelos neurônios da área de Broca, que é responsável pelo funcionamento dos diversos músculos como: faringe, língua, labiose, cordas vocais, que intervêm na articulação da fala.
Esta área do cérebro é chamada de zona cortical do lobo frontal esquerdo da área de Broca, e a perda da fala é devida a destruição dessa área, por meio de A.V.C (acidente vascular cerebral).
Broca compartilha das ideias transformadoras onde se criou a Sociedade da Antropologia, pela qual visava colocar o homem na mesma classe dos seres vivos, por meio de estudo científico.
Foi um dos muitos cientistas que acreditavam que poderiam medir a qualidade intelectual do homem, pelo tamanho de seu cérebro.
Mas o que lhe confere o seu lugar na história da medicina é a sua descoberta do "centro de uso da palavra" no cérebro (agora conhecida como área de Broca), na região do lobo frontal. Esta descoberta é fruto de seus estudos sobre os cérebros dos pacientes com afasia (incapacidade parcial ou total para falar), particularmente o cérebro do seu primeiro paciente no Hospital Bicêtre, Leborgne, apelidado de "Tan", devido à sua incapacidade de falar claramente qualquer outra expressão além de "tan". Em 1861, através de necrópsia, Broca determinou que Tan tinha uma lesão provocada pela sífilis no hemisfério cerebral esquerdo. Esta lesão foi determinada a cobrir a área do cérebro importante para a produção da fala.
A descoberta de Broca sobre a localização da área cerebral responsável pela a afasia produtiva, disseminou o conceito de que funções corticais específicas poderiam ser localizadas na superfície do cérebro, sendo ele um dos pioneiros das descrições precisas da anatomia cortical.
Broca também interpretou as perfurações nos crânios incas pré-colombianos como sendo praticadas cirurgicamente.
Entre muitas das pesquisas desenvolvidas por Broca, encontramos os trabalhos pioneiros de correlação dos sulcos e giros cerebrais com a convexidade craniana (topografia cranioencefálica), que serviriam para orientar a via de acesso cirúrgica, nos primórdios da neurocirurgia. Nesta época, os procedimentos médicos no crânio eram limitados ao tratamento de fraturas ou abcessos associados.
Broca descreveu e nominou a maioria dos pontos craniométricos. Suas pesquisas descortinaram a importância de estudos pormenorizados das áreas cerebrais e suas funções.
Broca, em 1871, aplicou a teoria das localizações cerebrais e os dados da topografia cranioencefálica no diagnóstico de lesão intracraniana seguida de intervenção cirúrgica. Pela primeira vez, a localização de lesão intracraniana invisível foi seguida de intervenção neurocirúrgica. O paciente apresentava quadro de afasia expressiva, indicando lesão giro frontal inferior esquerdo. O paciente apresentou melhora temporária, mas faleceu poucos dias depois. Broca pode ser considerado um dos pioneiros da neurocirurgia.
Na década de 1880, a teoria das localizações cerebrais foi associada à anti-sepsia e à anestesia, marcando o nascimento da moderna neurocirurgia.
As contribuições de Paul Broca para as neurociências são indubitavelmente relevantes, assim como para as ciências humanas de maneira geral, pois tais conceitos são estudados em diversas áreas profissionais, além da medicina, a psicologia, a fonoaudiologia, a fisioterapia, o que poderia viabilizar a inserção de novas pesquisas.
E, atualmente se sabe que a área de Broca também está envolvida em outros aspectos da fala, entretanto questões éticas e médicas obstam maiores estudos do cérebro humano vivo. Desta forma, desde que foi descoberta, pouco progresso foi obtido na compreensão do papel dessa parte do cérebro na linguagem. Os neurocirurgiões podem sondar o cérebro utilizando eletrodos colocados na superfície do córtex cerebral, mas as cirurgias que exigem esse procedimento não são executadas com muita frequência. As descobertas de Broca continuam a desafiar novos pesquisadores a avançar no conhecimento da produção da linguagem.

REFERÊNCIAS:

  • GUSMÃO, Sebastião; SILVEIRA, Roberto Leal; CABRAL FILHO, Guilherme. Artigo - Broca e nascimento da moderna neurocirurgia. Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Serviço de Neurocirurgia do Hospital Madre Teresa. Serviço de Neurocirurgia do Hospital Luxemburgo. Belo HorizonteMG.
  • PURVES, Dale [et al.]. Neurociências. Consultoria, supervisão e revisão técnica desta edição: Carla Dalmaz, Jorge Alberto Quillfeldt. - 4.ed. - Porto Alegre: Artmed, 2010.

Educação da Emoções


Grupo de Psicoterapia

Narrador: Vamos apresentar histórias que se repetem em nosso país e que têm base nas emoções de cada ser humano, que procura através do conhecimento de si mesmo educar suas emoções. Tudo em busca de uma melhor qualidade de vida.
Estamos em um grupo de psicoterapia onde cada indivíduo apresentará as suas emoções. Tanto aquelas que lhe trazem dificuldades, como outras tantas, sejam elas inatas ou aprendidas. A ética permeia todas as relações, não só a da profissional da área de psicologia como de cada integrante do grupo.
Vamos acompanhar atentamente nossos personagens.
Psicóloga: Bom dia a todos! Como passaram a semana? Vamos iniciar nossas atividades de hoje trazendo para o grupo aquelas emoções que temos mais dificuldades em expressar. Quem gostaria de iniciar?
Rosália: Fico muito preocupada com a minha solidão, pois, tenho medo de envelhecer sozinha, sem ter um companheiro. Mas, o que me deixa apreensiva é a lei de convívio; caso o relacionamento termine, o cônjuge fica com a metade dos bens, sem que tenha tido nenhuma participação na aquisição dos mesmos.
No meu local de trabalho, ouço muitos comentários dos colegas do sexo masculino e fico horrorizada quando eles falam que só se relacionam com mulheres, quando elas tem o que dividir no final do relacionamento. Querem saber se elas trabalham ou tem casa própria.
Psicóloga: Obrigada Rosália! O medo é uma emoção muito básica para todos nós. Quem gostaria de continuar?
Andréia: Temos mesmo que falar?
Psicóloga: Sim, se quisermos nos conhecer melhor! Se quisermos trabalhar nossas dificuldades.
Andréia: Bem... Meus pensamentos com o sexo oposto trazem confusão para minha vida. Escolho os namorados errados e não consigo me concentrar quando colegas de trabalho vem conversar comigo. penso em namorar. Não presto atenção ao trabalho e acabo complicando minha vida.
Psicóloga: Certamente vamos trabalhar para que você tenha uma vida profissional mais harmônica. Quem mais gostaria de compartilhar?
Cláudia: Não consigo abraçar ninguém! Penso que não gosto muito das pessoas. Não quero ter contato físico. Nem meus pais me abraçavam... Gosto mesmo é dos meus gatos. Com eles brinco e consigo agradá-los..
Psicóloga : Ok. Obrigada por compartilhar conosco. E você Tatiana?
Tatiana: Odeio essa coisa de ter que falar. Por mim fica assim tudo do jeito que está! E quero ver alguém me fazer falar!
Psicóloga: Muito bem. Vamos respeitar sua vontade hoje. Quem sabe na próxima semana? Vamos seguir?
Zenilda: Sempre fui uma pessoa alegre, animada e sorridente. Gostava de sair principalmente para dançar. De repente perdi minha irmã e minha vida ficou cinza e sem graça. Sinto uma angústia em meu coração. Uma tristeza que sufoca. Acompanhei todo o sofrimento dela, todos os dias até o último suspiro. Hoje não tenho mais alegria e vivo de luto.
Psicóloga: Zenilda, todos passamos por estes momentos de perda. O luto é uma emoção inata, é uma tristeza normal. Mas, passado um tempo, e persistindo a intensidade, é uma emoção aprendida que precisaremos trabalhar juntos.
William: Quando ouço uma música fico muito alegre! Fazia tempo que não conseguia ter satisfação na vida. Mas, ao ouvir uma melodia, sinto-me feliz e por mim a música não pararia nunca de tocar. Este estado de felicidade é graças à música, que de forma inexplicável me faz sentir tão bem.
Psicóloga: William, vamos aproveitar este sentimento tão bom e contagiante e vamos praticar a alegria. Que tal?
(música) O que é, o que é – Gonzaguinha. letras.terra.com.brGGonzaguinha
Narradora: A sessão continua, mas nós iremos parar por aqui a nossa história. Muitas foram as emoções expressadas. Quais delas são inatas, quais são programadas? Todas fazem parte do nosso dia-a-dia. Convidamos cada um a repensar o que foi visto e fazer suas próprias análises.
Até uma próxima vez.

Reportagem: Guia de carreiras - Psicologia


03/01/2012 06h30 - Atualizado em 03/01/2012 18h56
Fonte: G1 globo.com 

Guia de carreiras: psicologia

Mercado de trabalho não está mais restrito aos consultórios particulares.
Profissão exige amadurecimento pessoal.

Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo


Mais do que estar habilitado emocionalmente para lidar com os problemas alheios, o psicólogo precisa estar preparado para enfrentar os próprios fantasmas. Longe de ser extinta, a profissão de lidar com os dramas e conflitos humanos, exige amadurecimento pessoal e gosto pelo estudo.
"O amadurecimento ocorre por meio de dois dispositivos importantes: o acompanhamento de um profissional mais experiente durante a formação e também com terapias para ajudar a compreender sua atuação", diz a psicóloga Tatiana Benevides Magalhães Braga.
Arte (Foto: G1)
Se o crescimento pessoal é importante, a formação técnica também é imprescindível para se obter registro junto ao Conselho Regional de Psicologia e conseguir atuar oficialmente. O curso superior traz disciplinas que vão desde estatística até psicanálise. A duração é de quatro anos para bacharelado ou cinco anos para obter diploma em licenciatura.
Diferente do que acontecia há alguns anos, o mercado de trabalho do psicólogo não está mais restrito aos consultórios particulares. Profissionais formados em psicologia podem atuar nas áreas de assistência social, saúde, educação, recursos humanos, entre outros. Como não há um piso salarial nem carga horária definida, é comum que os psicólogos conciliem mais de um emprego em diferentes setores.
Por ser uma área ligada ao cuidado com o outro, a profissão por muitos anos esteve associada ao universo feminino. "Isso está mudando. Na verdade há um preconceito como se o 'cuidado' estivesse relacionado apenas ao campo feminino. O homem também cuida. O fato é de que há muito mais homens entrando e se formando nas universidades do que antes", diz o psicólogo Allan Saffiotti.
Psiquiatra x psicólogo
Apesar de haver confusão entre as duas carreiras, Saffiotti lembra as diferença entre elas. Para ser psquiatra é necessário se formar em medicina e fazer residência em psiquiatria. Por ser médico está habilitado a prescrever remédios, diferente do psicólogo, formado em psicologia.
A maneira de atuar também muda. "Enquanto o psiquiatra tende a ver a doença como uma questão orgânica que leva à medicação, o psicólogo vai tentar cuidar da pessoa por outro caminho, entendendo as causas dos problemas." As práticas, segundo o psicólogo, se complementam e não se opõem.
Saffioti trabalha em uma clínica pública de saúde mental, em São Paulo, e atende psicóticos e neuróticos graves. "A vantagem de ser trabalhar em um Caps é atuar junto com uma equipe multidisciplinar, você nunca está sozinho cuidando dos pacientes. O trabalho é ao mesmo tempo gratificante e desgastante. Você cuida de pacientes que estão em uma situação miserável, mas tem a possibilidade de vê-lo, ao longo do tempo, se estruturar na vida. Isso não tem preço."

terça-feira, 15 de maio de 2012

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Acontece:
25/05/2012 a 26/05/2012
Audiovisual
1º Seminário do CGT sobre violência com o curso sobre abuso sexual infantil e seminário com tema da violência na infância e adolescência com Sandra Salomão, Ana Cristina Felisberto e a participação internacional da psicóloga Adela Lalin, Gestalt-terapeuta argentina.
Local: Rio de Janeiro  RJ
 Links
http://www.pol.org.br - Conselho Federal de Psicologia